terça-feira, 20 de abril de 2021

nossos amigos&conhecidos


1. Nossos amigos e conhecidos.Podemos fazer a seguinte pergunta: “Quais são as pessoas que, com mais freqüência, caminham pela minha vida, formando esse trilho de terra batida?” Qual a influência delas em minha mente? Será que estão endurecendo meu coração contra Deus? Estão comprimindo e pressionando minhas convicções, para que se tornem contrárias a Cristo? Estão lentamente solidificando meus sentimentos, para que se voltem contra o Espírito de Deus? São questões muito legítimas e certas, que todos devemos encarar. E bem possível que, sem que o saibamos, nossa alma esteja sendo manobrada, para que se coloque contra Aquele que cuida de nôs com tanto carinho e ternura. Mas Cristo vem, em sua compaixão, para implantar em nós a semente de sua Palavra. E procura cultivar o terreno de nossa vida, pela operação interior de seu Santo Espírito. Mas então encontra resistência de nossa parte. O solo ficou endurecido pelo palmilhar constante de milhares de outros passantes. A estradinha criada em meu espírito pelos pés dos passantes foi formada pelas ideologias e conceitos do mundo. Eu me torno condicionado pela cultura da sociedade em que vivo. Assim, quando o pensamento de Deus acerca de tudo é apresentado ao meu coração, quando seus apelos são feitos à minha alma, minha primeira reação, na maioria das vezes, é negativa: — Impossível! Isso é coisa para passarinho! É por isso que, sempre que tenho a alegria de ganhar alguém para Cristo, minha primeira preocupação é fazer com que logo forme um novo círculo de amigos crentes. Já não é possível permitir que qualquer estranho venha a caminhar em sua vida, e formar ali aquele caminhozinho batido. Mas, se eles o permitirem, as conseqüências serão desastrosas, tanto para eles como para Deus. Aqueles que não conhecem a Cristo podem condicionar sua visão das coisas de uma tal forma, e forjar uma mentali- dade tão contrária ao Salvador, que, quando a Palavra de Deus lhes for apresentada, sofrerá uma forte resistência por parte deles. Não existe aquela cálida reação de obediência aos toques do Espírito de Deus. E assim o terreno de suas vidas permanece infrutífero, improdutivo. Em condições assim, a boa semente da Palavra de Deus não pode germinar. Tudo que lhes é dito é logo arrebatado pelo inimigo de nossas almas. Portanto, não há produção de frutos. A atitude deles é de total indiferença. — Isso tudo não passa de um amontoado de tolices. Deixe prá lá. E coisa de idiotas.2. A literatura que iemos; os programas de televisão a que assistimos. A segunda influência forte, que cria aquele caminho em nossa vida, é aquilo que lemos ou assistimos, e que pode afetar nossa mente e emoções. Que tipo de livro lemos? Que tipo de revistas, jornais, boletins, etc., estamos introduzindo em nossa mente? A que tipo de programa de rádio ou televisão estamos assistindo seguidamente? Nessas questões, geralmente, agimos por força de hábitos. Formamos certos apetites insaciáveis e certas preferências por determinadas publicações, por certos programas ou artistas. Por vezes, essas coisas se tornam quase uma mania. Permitimos que os veículos de comunicação em massa nos manobrem, tornando-nos como barro nas mãos de escritores, diretores e produtores. Somos “batidos” e comprimidos por forças incansáveis, que atuam sobre nós, até que nossas convicções se endureçam como concreto. A maioria dos homens que dirigem esses meios de comunicação, seja nas publicações ou nos programas, não é crente. E alguns deles são violentamente contrários a Deus. Esses se lançam num trabalho sutil, mas firme, com o objetivo de minar e destruir a fé tranqüila do povo de Deus. Por meio de sugestões maliciosas, de dúvidas, descrédito e desespero, eles procuram de toda forma abalar nossa confiança em Cristo. E o mais lamentável de tudo é que certos modos de pensar do mundo, sua ideologia e filosofia, estão estabelecendo um caminho em nossa vida, sólida e firmemente. Como escreveu Salomão, aquele grande sábio, há muitos séculos atrás: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.” (Pv 14.12.) No jardim de nossa vida interior, essa morte é a total falta de frutos. As idéias divinas, sua economia, sua visão da vida, seus padrões de comportamento e suas prioridades simplesmente não conseguem penetrar no coração endurecido. Não há jeito de a boa semente da sua Palavra germinar e criar raízes num terreno tão obstinadamente voltado contra ele. E no fim de tudo, somos a soma total das decisões que tomamos. Afinal, somente eu posso decidir a respeito daquilo que deverá influenciar minha mente, minhas emoções, minha vontade e meu espírito. Se eu serei, nas mãos de Deus, maleável ou endurecida, dependerá, em grande escala, das pessoas ou coisas que estão estabelecendo um caminho em minha vida. 3. As músicas que estamos constantemente ouvindo. Essa é outra área problemática. Talvez alguns leitores se choquem quando eu lhes digo que, se ouvimos o tipo de música inadequada, isso endurece nosso coração. Há vários tipos de música altamente recomendáveis. Algumas das primeiras músicas a serem tocadas em nosso planeta foram compostas sob a inspiração do próprio Espírito de Deus. Os majestosos sons das ondas sobre a areia das praias, das cachoeiras estrepitosas ou das pequenas cascatas. A suave melodia do vento nas copas das árvores, e das brisas soprando pelas campinas. As doces notas do gorgeio de um pássaro; os insetos zumbindo no mato; o riso alegre de uma criança; o assobio sentido e triste de um velhinho — todas essas coisas podem soerguer-nos o espírito. Mas, ao mesmo tempo, existe música mais áspera, estridente Produzida por indivíduos de uma cultura convulsionada, homens distantes de Deus, ela retrata e reflete as emoções violentas e o terrível desespero de homens em trevas. Com seu ritmo incessante, ela provoca grande stress e emoções descontroladas naqueles que a ouvem. Além disso, esse tipo de música, quando as condições lhe são favoráveis, penetra até na personalidade das pessoas. Utilizada por homens iníquos, ela pode causar graves danos à mente e emoção dos jovens. Um martelar contínuo dessa música “louca” pode destruir as convicções mais nobres e os sentimentos mais elevados. Um dos seus piores perigos é que ela afasta o interesse das pessoas para longe das coisas do Espírito de Deus. Em vez de buscarem ao Senhor, as pessoas se tornam fascinadas pelos aspectos da velha vida natural. Suas emoções são despertadas; suas paixões, inflamadas. E assim, toda a personalidade do indivíduo pode seguir uma linha de conduta contrária aos melhores desejos de Deus para o seu povo. Infelizmente, algumas dessas músicas estão sendo aceitas entre os filhos de Deus. Mal sabem eles como foram iludidos e como isso é grave. Suas emoções estão-se tornando presas do inimigo, e sua vontade está-se endurecendo contra Deus. 4. A busca do prazer. Podemos afirmar com certeza que nossa sociedade ocidental é, em larga escala, uma sociedade hedonista, composta de pessoas totalmente dedicadas à busca do prazer, tranqüilidade e luxo. Muitos fizeram do prazer o interesse máximo de sua vida. Já se tornou mania entre nós a pessoa entregar-se a algum tipo de prazer sexual. E como acontece com a música, o mesmo se dá com o prazer. Alguns aspectos dessa busca são elevados, aceitáveis e inspiradores. Entretanto, outros podem ser definidamente degradantes e destrutivos. O pai ou mãe que faz carinhos a rm filho experimenta um tipo de satisfação com isso, e beneficia tanto a si próprio como à família. Mas aquele que gasta o dinheiro que ganha em jogo,prejudica toda a sua casa. O prazer, em seus vários tipos, pode tornar-se uma obsessão para o indivíduo. Desse modo, ele passa a controlar nosso tempo e a dominar nossos dias. As constantes exigências de satisfação começam a formar aquela estradinha batida sobre a curta duração de nossa existência. Esses prazeres exigem tanto de nossas energias, pensamentos e de nossos meios, que os aspectos de nossa vida que eles controlam tornam-se territórios perai
1. Nossos amigos e conhecidos.Podemos fazer a seguinte pergunta: “Quais são as pessoas que, com mais freqüência, caminham pela minha vida, formando esse trilho de terra batida?” Qual a influência delas em minha mente? Será que estão endurecendo meu coração contra Deus? Estão comprimindo e pressionando minhas convicções, para que se tornem contrárias a Cristo? Estão lentamente solidificando meus sentimentos, para que se voltem contra o Espírito de Deus? São questões muito legítimas e certas, que todos devemos encarar. E bem possível que, sem que o saibamos, nossa alma esteja sendo manobrada, para que se coloque contra Aquele que cuida de nôs com tanto carinho e ternura. Mas Cristo vem, em sua compaixão, para implantar em nós a semente de sua Palavra. E procura cultivar o terreno de nossa vida, pela operação interior de seu Santo Espírito. Mas então encontra resistência de nossa parte. O solo ficou endurecido pelo palmilhar constante de milhares de outros passantes. A estradinha criada em meu espírito pelos pés dos passantes foi formada pelas ideologias e conceitos do mundo. Eu me torno condicionado pela cultura da sociedade em que vivo. Assim, quando o pensamento de Deus acerca de tudo é apresentado ao meu coração, quando seus apelos são feitos à minha alma, minha primeira reação, na maioria das vezes, é negativa: — Impossível! Isso é coisa para passarinho! É por isso que, sempre que tenho a alegria de ganhar alguém para Cristo, minha primeira preocupação é fazer com que logo forme um novo círculo de amigos crentes. Já não é possível permitir que qualquer estranho venha a caminhar em sua vida, e formar ali aquele caminhozinho batido. Mas, se eles o permitirem, as conseqüências serão desastrosas, tanto para eles como para Deus. Aqueles que não conhecem a Cristo podem condicionar sua visão das coisas de uma tal forma, e forjar uma mentali- dade tão contrária ao Salvador, que, quando a Palavra de Deus lhes for apresentada, sofrerá uma forte resistência por parte deles. Não existe aquela cálida reação de obediência aos toques do Espírito de Deus. E assim o terreno de suas vidas permanece infrutífero, improdutivo. Em condições assim, a boa semente da Palavra de Deus não pode germinar. Tudo que lhes é dito é logo arrebatado pelo inimigo de nossas almas. Portanto, não há produção de frutos. A atitude deles é de total indiferença. — Isso tudo não passa de um amontoado de tolices. Deixe prá lá. E coisa de idiotas.2. A literatura que iemos; os programas de televisão a que assistimos. A segunda influência forte, que cria aquele caminho em nossa vida, é aquilo que lemos ou assistimos, e que pode afetar nossa mente e emoções. Que tipo de livro lemos? Que tipo de revistas, jornais, boletins, etc., estamos introduzindo em nossa mente? A que tipo de programa de rádio ou televisão estamos assistindo seguidamente? Nessas questões, geralmente, agimos por força de hábitos. Formamos certos apetites insaciáveis e certas preferências por determinadas publicações, por certos programas ou artistas. Por vezes, essas coisas se tornam quase uma mania. Permitimos que os veículos de comunicação em massa nos manobrem, tornando-nos como barro nas mãos de escritores, diretores e produtores. Somos “batidos” e comprimidos por forças incansáveis, que atuam sobre nós, até que nossas convicções se endureçam como concreto. A maioria dos homens que dirigem esses meios de comunicação, seja nas publicações ou nos programas, não é crente. E alguns deles são violentamente contrários a Deus. Esses se lançam num trabalho sutil, mas firme, com o objetivo de minar e destruir a fé tranqüila do povo de Deus. Por meio de sugestões maliciosas, de dúvidas, descrédito e desespero, eles procuram de toda forma abalar nossa confiança em Cristo. E o mais lamentável de tudo é que certos modos de pensar do mundo, sua ideologia e filosofia, estão estabelecendo um caminho em nossa vida, sólida e firmemente. Como escreveu Salomão, aquele grande sábio, há muitos séculos atrás: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.” (Pv 14.12.) No jardim de nossa vida interior, essa morte é a total falta de frutos. As idéias divinas, sua economia, sua visão da vida, seus padrões de comportamento e suas prioridades simplesmente não conseguem penetrar no coração endurecido. Não há jeito de a boa semente da sua Palavra germinar e criar raízes num terreno tão obstinadamente voltado contra ele. E no fim de tudo, somos a soma total das decisões que tomamos. Afinal, somente eu posso decidir a respeito daquilo que deverá influenciar minha mente, minhas emoções, minha vontade e meu espírito. Se eu serei, nas mãos de Deus, maleável ou endurecida, dependerá, em grande escala, das pessoas ou coisas que estão estabelecendo um caminho em minha vida. 3. As músicas que estamos constantemente ouvindo. Essa é outra área problemática. Talvez alguns leitores se choquem quando eu lhes digo que, se ouvimos o tipo de música inadequada, isso endurece nosso coração. Há vários tipos de música altamente recomendáveis. Algumas das primeiras músicas a serem tocadas em nosso planeta foram compostas sob a inspiração do próprio Espírito de Deus. Os majestosos sons das ondas sobre a areia das praias, das cachoeiras estrepitosas ou das pequenas cascatas. A suave melodia do vento nas copas das árvores, e das brisas soprando pelas campinas. As doces notas do gorgeio de um pássaro; os insetos zumbindo no mato; o riso alegre de uma criança; o assobio sentido e triste de um velhinho — todas essas coisas podem soerguer-nos o espírito. Mas, ao mesmo tempo, existe música mais áspera, estridente Produzida por indivíduos de uma cultura convulsionada, homens distantes de Deus, ela retrata e reflete as emoções violentas e o terrível desespero de homens em trevas. Com seu ritmo incessante, ela provoca grande stress e emoções descontroladas naqueles que a ouvem. Além disso, esse tipo de música, quando as condições lhe são favoráveis, penetra até na personalidade das pessoas. Utilizada por homens iníquos, ela pode causar graves danos à mente e emoção dos jovens. Um martelar contínuo dessa música “louca” pode destruir as convicções mais nobres e os sentimentos mais elevados. Um dos seus piores perigos é que ela afasta o interesse das pessoas para longe das coisas do Espírito de Deus. Em vez de buscarem ao Senhor, as pessoas se tornam fascinadas pelos aspectos da velha vida natural. Suas emoções são despertadas; suas paixões, inflamadas. E assim, toda a personalidade do indivíduo pode seguir uma linha de conduta contrária aos melhores desejos de Deus para o seu povo. Infelizmente, algumas dessas músicas estão sendo aceitas entre os filhos de Deus. Mal sabem eles como foram iludidos e como isso é grave. Suas emoções estão-se tornando presas do inimigo, e sua vontade está-se endurecendo contra Deus. 4. A busca do prazer. Podemos afirmar com certeza que nossa sociedade ocidental é, em larga escala, uma sociedade hedonista, composta de pessoas totalmente dedicadas à busca do prazer, tranqüilidade e luxo. Muitos fizeram do prazer o interesse máximo de sua vida. Já se tornou mania entre nós a pessoa entregar-se a algum tipo de prazer sexual. E como acontece com a música, o mesmo se dá com o prazer. Alguns aspectos dessa busca são elevados, aceitáveis e inspiradores. Entretanto, outros podem ser definidamente degradantes e destrutivos. O pai ou mãe que faz carinhos a rm filho experimenta um tipo de satisfação com isso, e beneficia tanto a si próprio como à família. Mas aquele que gasta o dinheiro que ganha em jogo,prejudica toda a sua casa. O prazer, em seus vários tipos, pode tornar-se uma obsessão para o indivíduo. Desse modo, ele passa a controlar nosso tempo e a dominar nossos dias. As constantes exigências de satisfação começam a formar aquela estradinha batida sobre a curta duração de nossa existência. Esses prazeres exigem tanto de nossas energias, pensamentos e de nossos meios, que os aspectos de nossa vida que eles controlam tornam-se territórios perdidos para Deus.

Trechos tirados do livro:
 frutos do Espírito

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